terça-feira, 3 de dezembro de 2013
ORIENTAÇÕES AOS EDUCADORES
AUDIODESCRIÇÃO
Olá! Este artigo é muito interessante. Espero que leiam e que gostem. São orientações valiosas para o nosso trabalho com as crianças.
COLUNA
Inclusão escolar
e audiodescrição
ORIENTAÇÕES AOS EDUCADORES
Quando falamos em inclusão escolar, em escola inclusiva, a escola que recebe, acolhe e oferece oportunidades de aprendizagem para todos os alunos, alguns questionamentos ainda teimam em vir à tona, por exemplo, as atividades escolares. Como preparar atividades escolares que contemplem as necessidades de todos os alunos? Como despertar a curiosidade, ampliar a visão de mundo, propiciar o acesso às informações a todos os alunos? Muitos são os recursos que poderão ser utilizados em sala de aula para responder a essas questões, dentre eles, a audiodescrição: um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais (peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles, espetáculos de dança), turísticos (passeios, visitas), esportivos (jogos, lutas, competições), acadêmicos (palestras, seminários, congressos, aulas, feiras de ciências, experimentos científicos, histórias) e outros, por meio de informação sonora. A audiodescrição transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão social, cultural e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, esse recurso amplia também o entendimento de pessoas com deficiência intelectual, idosos e com dislexia. Para isso, são usados os mesmos
equipamentos de tradução simultânea, fones de ouvido e receptores. A informação sonora é transmitida pelos audiodescritores de dentro de uma cabine, com um roteiro previamente preparado, estudo sobre o tema e terminologia, inserida preferencialmente entre as falas dos personagens. Na televisão, a audiodescrição já era para ter sido implantada desde junho de 2008, com duas horas de programação audiodescritas por dia que seriam transmitidas pela tecla SAP (canal secundário de
Por: Lívia Maria Villela de Mello Motta*
Foto: Arthur Calasans
áudio). Entretanto, o recurso foi suspenso pelo Ministério das Comunicações, colocado em consultas públicas e novas portarias foram baixadas. Uma verdadeira saga, que culminou com a publicação da portaria 188 de março de 2010, que prevê a transmissão de duas horas semanais de programas audiodescritos a partir de julho de 2011, já na TV digital, diminuindo drasticamente as possibilidades de acesso à cultura e informação.
Na escola, o próprio professor pode descrever o universo imagético presente em sala de aula como ilustrações nos livros didáticos e livros de história, gráficos, mapas, vídeos, fotografias, experimentos científicos, desenhos, peças de teatro, passeios, feiras de ciências, visitas culturais, dentre outros, sem precisar de equipamentos para tal, mas ciente da importância de verbalizar aquilo que é visual, o que certamente irá contribuir para a aprendizagem de todos os alunos. Todos se beneficiam com o recurso, tanto aqueles que escutam como aqueles que fazem a audiodescrição, pois além do senso de observação, há uma ampliação do repertório e fluência verbais. O uso da audiodescrição na escola permite a equiparação de oportunidades, o acesso ao mundo das imagens e a eliminação de barreiras comunicacionais.
*Lívia Maria Villela de Mello Motta é doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC de São Paulo, e atua tanto na área de formação de professores para a escola inclusiva, como na área de inclusão cultural das pessoas com deficiência vi-sual, com foco na formação de audiodescritores para teatro, cinema, TV e outros espetáculos, eventos sociais e pedagógicos. E-mail: lívia@terra.com.br
AUDIODESCRIÇÃO
Este vídeo é muito interessante para todas as crianças. Assistam, vocês vão gostar muito.
De Douglas Soares, animação, RJ, 2012, 3min56s.
O Girassolzinho (de Douglas Soares,
animação, RJ, 2012, 3min56s) está adaptado para crianças cegas disponível gratuitamente. O filme é mais um produto brasileiro do projeto
Filmes que Voam que tem o objetivo da acessibilidade aos meios audiovisuais de deficientes
visuais.
O curta-metragem traz a importância que
o sol tem em nossas vidas. O que seria da terra sem o calor que dele recebemos ou a falta do efeito dos seus raios luminosos? Imagine para o girassol o que aconteceria se a
colocássemos em uma redoma bem .fechada e escura? Ficou curioso? Não vai perder essa linda história
infantil.
UMA TECNOLOGIA
ASSISTIVA A SERVIÇO DA INCLUSÃO SOCIAL
A despeito de muito já se ter produzido em termos
de literatura acerca da inclusão social e das várias práticas que a
representam, seja na escola ou em outros lócus, não é exaustivo se defender que
a inclusão se efetiva na prática, no fazer cotidiano, na ocupação com as mudanças sociais necessárias,
em lugar da mera preocupação, e na crença de
que cada pessoa em situação de aprendizagem, seja ela com deficiência ou não,
vem requerer de nós educadores um olhar sempre consciente e esvaziado, pronto a
preencher-se diante de novos desafios.
E quando a atenção recai sobre a
formação escolar de pessoas com deficiência, o ato de se perceber educador e,
portanto, responsável pelo planejamento das possibilidades de inclusão escolar
consiste em tarefa permanente, passando a demandar do docente uma atitude que
envolve flexibilidade e conhecimento, na busca pela promoção das
acessibilidades que conduzirão o educando com deficiência às reais
oportunidades de inserção no contexto da escola regular e, a partir dele, na vida
social, em prol do melhor desenvolvimento de suas potencialidades.
Nesse sentido, entendemos como possibilidades reais
de inclusão escolar aquelas em que se privilegiam atitudes pedagógicas e
relações interpessoais pautadas na ética entre educador e educando. Nas quais
se estabelece uma convivência harmoniosa ditada pelo respeito a todas as
pessoas, pelo simples fato de serem pessoas humanas.
Corroborando com essa visão, Almeida (2004, p.82)
defende que uma prática docente pautada pelo respeito ao educando pressupõe:
§ aceitá-lo no ponto em que está, o que significa
conhecê-lo em sua etapa de formação e conhecer os meios em que se desenvolve;
§ não impor limites a seu desenvolvimento;
§ oferecer outros meios e grupos para que ele possa
desenvolver suas ações;
§ aceitar que a educação é uma relação evolutiva,
que vai se transformando e tende para a autonomia, para o ponto em que o aluno
não precisa mais do professor.
Assim, entendemos que o educador comprometido com
uma prática inclusiva, que respeita e valoriza seus educandos e,
consequentemente, suas características humanas, faz da ação docente uma busca
constante pela promoção das acessibilidades que diluirão as possíveis barreiras
limitantes ou impeditivas do pleno desenvolvimento das pessoas com deficiência.
Na busca pela promoção dessas acessibilidades,
torna-se, pois, fundamental pensar a prática pedagógica a partir da perspectiva
do desenho universal, com base no qual o educador inclusivo atenta para a
construção e execução de propostas educacionais que considerem as demandas da
diversidade humana como justificativas suficientes para a utilização de
recursos e serviços alinhados com as necessidades de seu público.
Com o propósito de instrumentalizar o docente no
sentido de respeitar os educandos com deficiência, oferecendo-lhes situações de
aprendizagem que verdadeiramente reflitam a adoção de práticas e atitudes
inclusivas, acreditamos que o educador deve incorporar ao seu fazer pedagógico
o uso de tecnologias assistivas.
De acordo com Bersch e Tonolli, considera-se
tecnologia assistiva:
"todo o arsenal de Recursos e Serviços que
contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com
deficiência e, consequentemente, promover Vida Independente e Inclusão".
É também definida como "uma ampla gama de
equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para
minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências".
Nesse ponto, cabe ressaltar que a escolha e a
utilização de tecnologias assistivas por parte do educador inclusivo devem ser
compreendidas como potencializadoras da ação da pessoa com deficiência,
configurando-se muito mais como uma ajuda técnica que atuará como recurso ou
serviço adicional, em prol da equiparação da igualdade.
Em outras palavras, significa dizer que, ao se
promover o uso de tecnologias assistivas no contexto social ou escolar, a
partir do uso de tais tecnologias, a pessoa com deficiência poderá executar
tarefas, acessar informações, transitar pelos ambientes etc., sem necessitar
arcar com os possíveis prejuízos oriundos da presença de barreiras.
A audiodescrição como tecnologia
assistiva
Surge, então, no cenário da tecnologia assistiva, a
audiodescrição, que se constitui como um serviço especializado capaz de
promover a acessibilidade comunicacional de pessoas cegas e com baixa visão,
além de contribuir para o acesso à informação de pessoas disléxicas ou que
apresentem outros tipos de transtornos relacionados à leitura.
A audiodescrição transita, pois, pelo viés da
comunicação, assumindo o papel de transmissora de informações que,
inicialmente, estariam disponíveis apenas no plano visual, a exemplo de imagens
estáticas (tais como fotografias), cenas dinâmicas (veiculadas no cinema, TV ou
teatro), além de textos e legendas impressas.
Nas palavras de Mota, a audiodescrição consiste na
"...) arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido".
Para Lara e Graciela Pozzobon:
"O recurso consiste na descrição clara e
objetiva de todas as informações que compreendemos visualmente e que não estão
contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que
comuniquem algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais,
mudanças de tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer
informação escrita na tela".
Consoante a Portaria nº 310/2006, a audiodescrição
é definida como:
"uma locução, em língua portuguesa, sobreposta
ao som original do programa, destinada a descrever imagens, sons, textos e
demais informações que não poderiam ser percebidos ou compreendidos por pessoas
com deficiência visual".
Ainda consoante Mota, as raízes históricas da
audiodescrição remontam à década de 1970, nos Estados Unidos, quando o
norte-americano Gregory Frazier desenvolveu estudos que ajudaram a impulsionar
a experimentação da técnica no teatro, estendendo-se à Europa e chegando a
alcançar o continente asiático, já direcionada a seriados de TV e ao próprio
cinema. Há, no entanto, registros que conferem à dra. Margareth Phantiehl e ao
seu marido o crédito pela invenção do serviço de audiodescrição, no ano de
1981.
Já no Brasil, a utilização da técnica é recente,
podendo ser encontrada primeiramente no cinema, com a exibição do filme
"Irmãos de Fé", no circuito comercial, em 2005. Porém, desde 2003, o
festival internacional de filmes sobre deficiência "Assim Vivemos"
vem exibindo filmes audiodescritos.
Os usos pedagógicos da audiodescrição
Nosso interesse, no entanto, reside em situar a
audiodescrição tomando por base o seu potencial pedagógico, na condição de
técnica ou serviço de promoção da acessibilidade capaz de permitir ao educador
inclusivo, nas mais variadas situações didáticas desenvolvidas no cotidiano
escolar, a construção e narração de roteiros audiodescritos que possam ilustrar
e enriquecer o processo de ensino/aprendizagem, ao passo que beneficia o
educador no planejamento de aulas inclusivas, voltadas à diversidade dos
alunos, e favorece os próprios educandos, usuários do recurso.
Para Guedes et al, o uso da audiodescrição no
contexto pedagógico também permite às pessoas disléxicas uma melhor absorção de
informações e conhecimentos, uma vez que as dificuldades relacionadas à
leitura, escrita e soletração advindas da dislexia estariam sendo dribladas em
virtude da utilização do recurso sonoro, o que facilitaria o entendimento das
informações contidas nos textos, a partir de sua escuta.
Com o propósito de desvelar a potencialidade
pedagógica da audiodescrição, os autores apontam, ainda, algumas ações que
podem ser empreendidas pelos professores da educação básica e replicadas nos
demais níveis de escolarização formal, no sentido de se promover a
acessibilidade comunicacional que conduzirá os educandos com deficiência à
desejada inclusão escolar.
Com ações que envolvem não só o professor, mas
também toda a escola e a comunidade escolar, os educandos com e sem deficiência
serão formados com a perspectiva da inclusão social, ou seja; tendo respeitados
os seus direitos de acesso ao conhecimento formal, à cultura, aos espaços
físicos e também à própria liberdade de expressão e empoderamento,
mobilizadores da autonomia e independência.
Assim, mediante utilização da audiodescrição como
ferramenta de cunho pedagógico, os educadores inclusivos poderão:
- minimizar ou eliminar as barreiras presentes nos
meios de comunicação que se interponham ao acesso à educação, tais como aquelas
presentes no acesso a materiais bibliográficos;
- proporcionar que alunos com deficiência visual,
com dislexia e outros tenham acesso aos conteúdos escolares, no mesmo tempo em
que o restante da turma;
- permitir que todas as ilustrações, imagens,
figuras, mapas, desenhos e demais configurações bidimensionais, presentes nos
livros didáticos, fichas de exercícios, provas, comunicados aos pais, cartazes,
circulares internas etc. também sejam disponibilizados em audiodescrição;
- zelar pela autonomia, empoderamento e
independência dos alunos com deficiência visual e outros usuários do recurso;
- atentar para a descrição de objetos que fazem
parte do cotidiano escolar, como a disposição do mobiliário da sala de aula, da
planta baixa da escola, da distribuição do acervo na biblioteca, dos espaços de
recreação e outros ambientes e produtos de uso comum etc.;
- perceber a transversalidade do recurso, por
exemplo, ao estimular que, com uso de uma atividade coletiva de audiodescrição,
durante uma aula de matemática ou de ciências, os alunos possam desenvolver
descrições por escrito, de tal sorte que as informações ali contidas possam ser
aproveitadas nas aulas de língua portuguesa;
- considerar a importância de democratizar as
informações e conhecimentos construídos em sala de aula para toda a comunidade
escolar, oferecendo aquele recurso em exposições, mostras, feiras de ciências,
apresentações, reuniões de pais e mestres, encontros pedagógicos, aulas de
reforço escolar, excursões temáticas, jogos e olimpíadas esportivas, exibição
de filmes e nos demais encontros e atividades cuja educação seja o foco;
- reforçar o respeito pela diversidade humana,
praticando e divulgando ações de cunho acessível entre os alunos com e sem
deficiência;
- atrair parceiros que possam financiar projetos de
acessibilidade na escola e a partir dela;
- criar programas e projetos de voluntariado e
monitoria que envolvam o público interno da instituição e a comunidade escolar,
a fim de capacitar os interessados na temática da audiodescrição e levar
adiante outras iniciativas de acessibilidade;
- promover encontros de formação, reflexão e
sensibilização sobre a inclusão social das pessoas com deficiência para
professores, funcionários, gestores, alunos e comunidade, fortalecendo a máxima
de que a inclusão só poderá ser construída por intermédio da perpetuação de
práticas acessíveis, ou seja, a partir da eliminação de barreiras, tais como as
atitudinais e aquelas presentes nos meios de comunicação.
Cientes de que a tarefa de educar na perspectiva
inclusiva exige, antes de tudo, a crença irrestrita na capacidade humana de
aprender sempre, ainda que em ritmos e de maneiras diferentes, acreditamos que
todo educador, atuando em qualquer modalidade da educação básica, seja capaz de
incorporar à sua prática docente a utilização de tecnologias assistivas.
E, sendo a audiodescrição uma dessas tecnologias,
conclamamos a todos os educadores comprometidos com a proposta de educar
pessoas, independentemente de rótulos ou estigmas, a estudar a sério o
potencial dessa enriquecedora ferramenta pedagógica, na certeza de que os
lucros advindos desse investimento, para além do enriquecimento na própria
formação docente, também implicarão a resposta positiva dos educandos com
deficiência, incluídos e verdadeiramente atuantes.
Lívia Couto Guedes possui
licenciatura plena em pedagogia, com habilitação em administração escolar e
mestrado em educação pela Universidade Federal de Pernambuco - Ufpe (2004 e
2007, respectivamente). É estudiosa das questões relacionadas à inclusão social
de pessoas com deficiência, com ênfase no enfoque educacional e escolar. É
audiodescritora, atuando na promoção de acessibilidade comunicacional para a
pessoa cega e com baixa visão por meio da construção e narração de roteiros
acessíveis. Atualmente, é professora substituta da Ufpe, lotada no Colégio de
Aplicação, no qual leciona a disciplina de pesquisa no ensino fundamental e
integra o Serviço de Orientação e Experimentação Pedagógica.
Lívia Couto Guedes
Fonte: Revista Nacional de Tecnologia Assistiva
Outras informações sobre audiodescrição:
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
JOGOS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
JOGOS PARA O ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
O aluno não constrói significados a partir dos conteúdos de aprendizagem sozinhos,
mas, em uma situação interativa, na qual os docentes têm um papel essencial, já que
qualquer coisa que façam ou deixem de fazer é determinante para que o aluno
aprenda ou não de forma significativa. (MEC, 2003, p.161)
BLOCOS LÓGICOS

JOGOS SIMBÓLICOS PRAZER DE BRINCAR E APRENDER.

O aluno não constrói significados a partir dos conteúdos de aprendizagem sozinhos,
mas, em uma situação interativa, na qual os docentes têm um papel essencial, já que
qualquer coisa que façam ou deixem de fazer é determinante para que o aluno
aprenda ou não de forma significativa. (MEC, 2003, p.161)
O jogo como estratégia de ensino:
Vygotsky estabelece uma relação estreita entre o jogo e aprendizagem, atribuindo-lhe uma grande importância
para o desenvolvimento cognitivo resultante da interação entre a criança e as pessoas com quem mantém contatos. O
jogo e o brincar fazem parte do ser humano em toda e qualquer idade, são fundamentais para o desenvolvimento, pois
estimula construção de conhecimento através de aprendizagem significativas. Desta forma, no processo de
alfabetização o professor pode contar com o uso de diferentes jogos pedagógicos, como estratégias de trabalho
auxiliando o aluno neste processo. Estes permitem ao aluno criar e construir sua forma de aprender, desenvolvendo a
capacidade de observação, comparação e atenção. Além destes aspectos o jogo permite a elaboração de estruturas
como classificação, ordenação, estruturação, resolução de problemas e estratégias de leitura e escrita.
Segundo os PCNs ([200-], p. 56) o jogo oferece o estímulo e o ambiente propício que favorecem o desenvolvimento
espontâneo e criativo dos alunos e permite ao professor ampliar seu conhecimento de técnicas ativas de ensino, desenvolver capacidades pessoais e profissionais para estimular nos alunos a capacidade de comunicação e expressão,
mostrando-lhes uma nova maneira, lúdica e prazerosa e participativa, de relacionar –se com o conteúdo escolar, levando
a uma maior apropriação dos conhecimentos envolvidos.
O papel do educador é fundamental, desde o processo de confecção do jogo, na elaboração das regras até o
encorajamento quanto à troca de idéias entre os participantes. È fundamental proporcionar-lhe experiências positivas
convenientes ao seu nível de desenvolvimento e sugerir jogos e atividades compatíveis.
Jogos para matemática
______________________________________
BLOCOS LÓGICOS

Material criado pelo matemático húngaro Zoltan Paul Dienes. Constitui-se de 48 peças que combinam quatro atributos em cada uma, sendo estes: tamanho (grande e pequeno) , cor ( amarelo, azul e vermelho), forma( círculo, quadradoe retângulo), e espessura( grosso e fino). Os blocos lógicos são de grande utilidade no auxilio e na elaboração do raciocónio, passando gradativamente do concreto para o abstrato. Com o auxilio dos " Blocos Lógicos" a criança organiza o pensamento, assimilando conceitos básicos de cor, forma e tamanho, além de realizar atividades mentais de seleção, comparação, classificação e ordenação.

JOGOS SIMBÓLICOS PRAZER DE BRINCAR E APRENDER.
O jogo simbólico é, assim, a representação corporal do imaginário, e apesar de nele predominar a fantasia, a atividade psicomotora exercida acaba por prender a criança à realidade. Na sua imaginação ela pode modificar a sua vontade, usando o "faz de conta", mas quando expressa corporalmente as atividades, ela precisa respeitar a realidade concreta e as relações do mundo real.
Pelo jogo simbólico, a criança exercita não só a sua capacidade de pensar, ou seja, de representar simbolicamente as suas ações.
JOGO SIMBÓLICO EM EVA
Objetivo: Exercitar a capacidade de pensar, de representar simbolicamente bem como: transformar problemas, analisar ações, menor independência, maior interação, buscar soluções, melhorar estratégias, organização do pensamento e da escrita.
Material:
Recortar diferentes formas geométricas, animais, objetos e outros.
Uma folha de papel madeira para a montagem do cenário.
Consigna: Vamos brincar de faz de conta?
Escolha entre essas diferentes formas e monte um cenário.
Desenvolvimento: Deixar o aluno livre para montar, criar e recriar o cenário a partir das diferentes formas ao concluir peça para descrever o cenário e depois criar uma história ou um texto que pode ser verbal ou escrito.
Pelo jogo simbólico, a criança exercita não só a sua capacidade de pensar, ou seja, de representar simbolicamente as suas ações.
JOGO SIMBÓLICO EM EVA
Objetivo: Exercitar a capacidade de pensar, de representar simbolicamente bem como: transformar problemas, analisar ações, menor independência, maior interação, buscar soluções, melhorar estratégias, organização do pensamento e da escrita.
Material:
Recortar diferentes formas geométricas, animais, objetos e outros.
Uma folha de papel madeira para a montagem do cenário.
Consigna: Vamos brincar de faz de conta?
Escolha entre essas diferentes formas e monte um cenário.
Desenvolvimento: Deixar o aluno livre para montar, criar e recriar o cenário a partir das diferentes formas ao concluir peça para descrever o cenário e depois criar uma história ou um texto que pode ser verbal ou escrito.
Jogo do lince de palavras variadas. Sem foco ortográfico e sim atenção e concentração, orientação espacial, lateralidade.

Tangran
Objetivo: psicomotor(pinçar) alfabeto, orientação espacial, lateralidade.
Material: cartolina branca em circulo, pregadores : de um lado escrita em maiúscula e do outro minuscula. pode ser feito com números e cores.
Material: cartolina branca em circulo, pregadores : de um lado escrita em maiúscula e do outro minuscula. pode ser feito com números e cores.

Tangram
O jogo é composto de sete peças (cinco triângulos, um quadrodo e um paralelogramo), de cartelas com diferentes figuras e é desenvolvido por um participante, que tem por objectivo formar um quadrado com as sete peças.
Para início do jogo, deve-se procurar uma superfície plana. Encontrado o local adequado, o participante deve ter em mente que todas a sete peças devem, obrigatoriamente, ser utilizadas na formação de uma figura, sem a sobreposição de peças.
O Tagram permite milhares de combinações. Exercitando a inteligência e imaginação, o jogador poderá criar figuras inéditas, enriquecendo, assim, o acervo já existente.
O jogo é composto de sete peças (cinco triângulos, um quadrodo e um paralelogramo), de cartelas com diferentes figuras e é desenvolvido por um participante, que tem por objectivo formar um quadrado com as sete peças.
Para início do jogo, deve-se procurar uma superfície plana. Encontrado o local adequado, o participante deve ter em mente que todas a sete peças devem, obrigatoriamente, ser utilizadas na formação de uma figura, sem a sobreposição de peças.
O Tagram permite milhares de combinações. Exercitando a inteligência e imaginação, o jogador poderá criar figuras inéditas, enriquecendo, assim, o acervo já existente.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
A área da tecnologia assistiva que se destina especificamente à ampliação de habilidades de comunicação é denominada de Comunicação Alternativa (CA). A comunicação alternativa destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.
A CA pode acontecer sem auxílios externos e, neste caso, ela valoriza a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala: gestos, sons, expressões faciais e corporais podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos, tais como: sim, não, olá, tchau, banheiro, estou bem, sinto dor, quero (determinada coisa para a qual estou apontando), estou com fome e outros conteúdos de comunicação necessários no cotidiano.
Com o objetivo de ampliar ainda mais o repertório comunicativo que envolve habilidades de expressão e compreensão, são organizados e construídos auxílios externos como cartões de comunicação, pranchas de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador que, por meio de software específico, pode tornar-se uma ferramenta poderosa de voz e comunicação. Os recursos de comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente personalizada e levam em consideração várias características que atendem às necessidades deste usuário.
O termo Comunicação Aumentativa e Alternativa foi traduzido do inglês Augmentative and Alternative Communication - AAC. Além do termo resumido "Comunicação Alternativa", no Brasil encontramos também as terminologias "Comunicação Ampliada e Alternativa - CAA" e "Comunicação Suplementar e Alternativa - CSA".
| Cartões de comunicação | Descrição de imagem:A imagem apresenta vários cartões de comunicação com símbolos gráficos representativos de mensagens. Os cartões estão organizados por categorias de símbolos e cada categoria se distingue por apresentar uma cor de moldura diferente: cor de rosa são os cumprimentos e demais expressões sociais, (visualiza-se o símbolo "tchau"); amarelo são os sujeitos, (visualiza-se o símbolo "mãe"); verde são os verbos (visualiza-se o símbolo "desenhar") ; laranja são os substantivos (visualiza-se o símbolo "perna"), azuis são os adjetivos (visualiza-se o símbolo "gostoso") e branco são símbolos diversos que não se enquadram nas categorias anteriormente citadas (visualiza-se o símbolo "fora"). |
| Prancha de comunicação com símbolos, fotos ou figuras | Descrição de imagem:Uma pasta do tipo arquivo, contendo várias páginas de sacos plásticos transparentes está sobre o colo de um usuário de CA. Cada página representa uma prancha de comunicação temática e na imagem visualiza-se a prancha com o tema "animais". |
| Prancha de comunicação alfabética | Descrição de imagem:Sobre uma mesa está uma pasta de comunicação e nela, há uma prancha que contém as letras do alfabeto e os números. O usuário está apontando o dedo indicador na letra "X". |
Tecnologia Assistiva
A importância da tecnologia assistiva no processo de inclusão escolar
Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.
"As escolas devem ajustar-se a todas as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras. Neste conceito devem incluir-se crianças com deficiência ou superdotadas, crianças da rua ou crianças que trabalham, crianças de populações imigradas ou nómadas, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais"
Declaração de Salamanca, UNESCO, 1994
Ainda hoje, 2007, muitas crianças que apresentam baixo desempenho escolar têm problemas de acuidade visual, a chamada baixa visão, que é descoberta quando ela começa a frequentar a escola. Quando a baixa visão é identificada pelo professor ou pela família, esta criança é encaminhada para diagnóstico, mas não precisa mudar de escola, por conta de sua deficiência.
A tecnologia assistiva aumenta ou restaura a função humana, proporcionando uma vida independente e produtiva à pessoa com deficiência
Um dos dispositivos criados pela Secretaria de Educação Especial (SEESP) do Ministério da Educação (MEC) para atender as prerrogativas da educação inclusiva, oferecendo suporte para a inclusão dos alunos com algum tipo de deficiência, foi a criação dos Centros de Hoje, nossa professorinha de 1970 teria condições de, muito mais rapidamente, não só conseguir o apoio necessário para ajudar o seu aluno, mas acesso a uma tecnologia específica, que proporciona facilidades no aprendizado. E seu aluno teria, à sua disposição, uma sala de recursos, devidamente equipada para ajudá-lo na sua necessidade educacional especial. Esses recursos são chamados de tecnologia assistiva ou ajudas técnicas e, de um modo geral, dizem respeito a aparelhos, instrumentos ou procedimentos que aumentam ou restauram a função humana, proporcionando uma vida independente e produtiva à pessoa com deficiência e facilitando a sua interação com o ambiente.
•Cegueira:
•Baixa Visão
•Deficiência Auditiva
•Surdez
•SurdoCegueira
•Deficiência Mental: Deficiência Múltipla: Deficiência FísicaAltas Habilidades/Superdotação
•Condutas Típicas
•Autismo:
•Síndrome de Down
Portanto, uma parte significativa desta população depende e precisa, para que sua educação se complete com êxito, de uma tecnologia que a assista nas suas necessidades.
“Para a maioria das pessoas, a tecnologia torna a vida mais fácil, para uma pessoa com necessidades especiais, a tecnologia torna as coisas possíveis.”
(Francisco Godinho em seu livro On line: Internet para necessidades especiais)
Entre os recursos necessários e individualizados, a Tecnologia Assistiva está presente em situações onde haja necessidade de: comunicação alternativa e ampliada; adaptações de acesso ao computador; equipamentos de auxílio para visão e audição; controle do meio ambiente (adaptações como controles remotos para acender e apagar luzes, por exemplo); adaptação de jogos e brincadeiras; adaptações da postura sentada; mobilidade alternativa; além de próteses e a integração dessa tecnologia nos diferentes ambientes como a casa, a escola, a comunidade e o local de trabalho.
É importante lembrar que as tecnologias assistivas vão desde uma fita crepe que prende o papel à mesa, para que não solte com os gestos involuntários do aluno, a criação de um mapa com os contornos em barbante, até a utilização de equipamentos como mouse e ponteiros ou um software leitor de tela para acesso ao computador.
No processo de inclusão de crianças com deficiência, deve-se observar e providenciar:
• Adaptações ambientais como rampas, barras nos corredores, banheiros e sala de aula, tipo de piso, sinalização dos ambientes, iluminação e posicionamento da criança dentro da sala de aula considerando sua possibilidade visual, alertas (sinais) de comunicação sonoros e visuais.
• Adaptação postural da criança na classe com a adequação da sua cadeira de rodas ou carteira escolar e adequações posturais nas actividades das aulas complementares ou de lazer.
• A garantia do processo de ensino-aprendizagem com a confecção ou indicação de recursos como planos inclinados; antiderrapantes; lápis adaptados, órteses (dispositivo ortopédico de uso externo, usado para alinhar, prevenir ou corrigir deformidades e melhorar as funções de partes móveis de corpo); pautas ampliadas; cadernos quadriculados; letras emborrachadas; textos ampliados; máquina de escrever ou computador; material didáctico em Braille ou gravado em voz ; máquina que reproduz mapas em alto relevo ( mapas tácteis) para o ensino da geografia; ábaco para o ensino da matemática; reglete, tipo de régua para escrever em Braille; punção, lápis ou caneta da pessoa cega, usado com a reglete; máquina Braille; lupas; lentes de aumento e réguas de leitura; suporte com ilustrações; programas de computador leitores de tela, livro falado, gravado ou digitalizado etc.
• O recurso alternativo para a comunicação oral com a utilização de pranchas de comunicação ou comunicadores, e
• A independência nas actividades de vida diária e de vida prática com adaptações simples como argolas para auxiliar a abertura da merendeira ou mochila, copos e talheres adaptados para o lanche, etiquetas em Braille em prateleiras e equipamentos.
A informática tem se mostrado um recurso de ajuda poderoso. Os livros digitais, os leitores de tela, teclados virtuais e simuladores diversos estão disponíveis facilitando a vida dos alunos com deficiência e atingindo um público cada vez mais diverso e numeroso.
A legislação mais recente tem levado em conta esses avanços tecnológicos e tenta garantir a utilização desses recursos, através de regulamentações como o decreto n° 5296, assinado às vésperas do Dia Internacional de Luta da Pessoa com Deficiência, em 03 de Dezembro de 2004. Este decreto veio reafirmar e definir objectivamente os direitos da pessoa com deficiência em todas os espaços da vida social, dando ênfase aos espaços escolares.
A informática tem se mostrado um recurso de ajuda poderoso, facilitando a vida dos alunos com deficiência e atingindo um público cada vez mais diverso e numeroso
Segundo o artigo 24, "os estabelecimentos de ensino de qualquer nível, etapa ou modalidade, públicos ou privados, proporcionarão condições de acesso e utilização de todos os seus ambientes ou compartimentos para pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, inclusive salas de aula, bibliotecas, auditórios, ginásios e instalações desportivas, laboratórios, áreas de lazer e sanitários".
E ainda, no Capítulo VII sobre Ajudas Técnicas, o artigo 61 estabelece, "para os fins deste Decreto, consideram-se ajudas técnicas os produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projectados para melhorar a funcionalidade da pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida".
Como vimos acima, claramente dispostos em lei, os direitos do aluno deveriam garantir o acesso integral à educação, significando ter, à sua disposição, a tecnologia necessária para seu desenvolvimento pleno.
Infelizmente, nem sempre esses recursos chegam até o aluno. Cabe a todos nós divulgar toda a informação necessária e, principalmente, incentivar alunos e professores a fazer valer seus direitos.
“ Inclusão é uma consciência de comunidade, uma aceitação das diferenças e uma co-responsabilização para atender às necessidades de outros.”
Stainback e Stainback, 1990
Fontes
Rede SACI
“Tecnologia e evolução, mas não submissão humana”cravo
sábado, 10 de agosto de 2013
AEE Fechamento_ANGELA
AEE Fechamento_ANGELA
O AEE é um serviço da Educação
Especial que é realizado com prioridade nas SRM nas escolas da Prefeitura ou em
outras escolas. O AEE é oferecido aos alunos que necessitem desse serviço no
contra turno da escola regular. Os alunos público alvo do AEE, são os alunos
com deficiência física, deficiência intelectual ou sensorial, transtornos
globais do desenvolvimento, deficiência visual, surdez, altas
habilidades/superdotação.
O professor do AEE tem uma função
muito importante na escola com o seu trabalho realizado nas escolas que tem
SRM. Nossa função é:
*Realizar a entrevista com a
família, a avaliação diagnóstica e o estudo de caso de cada aluno atendido na
SRM;
*Elaborar, executar e avaliar o
plano de AEE do aluno;
*Programar, acompanhar e avaliar
a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de
acessibilidade no AEE, na sala de aula comum e nos demais ambientes da escola;
*Produzir materiais didáticos e
pedagógicos acessíveis considerando as necessidades educacionais específicas
dos alunos e os desafios que estes vivenciam no ensino comum, a partir dos
objetivos e das atividades propostas no currículo;
*Estabelecer à articulação com os
professores da sala de aula comum e com os demais funcionários da escola,
visando a disponibilização dos serviços e recursos e o desenvolvimento de
atividades para a participação e aprendizagem dos alunos nas atividades
escolares, bem como as parcerias com áreas intersensoriais;
*Orientar os demais professores e
as famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo
aluno de forma a ampliar suas habilidades, promovendo sua autonomia e
participação;
*Desenvolver atividades próprias
do AEE, de acordo com as necessidades educacionais específicas dos alunos;
*Planejar as atividades próprias
do AEE nas sextas-feiras e participar de reuniões e formações solicitadas pela
SME/Educação Especial.
O estudo de caso é muito
importante e fundamental para o desenvolvimento do trabalho do professor do
AEE, porque é através do estudo de caso que descobrimos toda a história de vida
do aluno, suas dificuldades e potencialidades. E é por meio do estudo de caso
que elaboramos o plano de AEE individual dos alunos com o objetivo de atender
as dificuldades do aluno de acordo com suas necessidades.
O plano do AEE contribui bastante
para o desenvolvimento do aluno. Com o plano do AEE é feito:
*A identificação e a organização
das estratégias, serviços e recursos pedagógicos e de acessibilidade;
*A definição e a organização das
estratégias, serviços e recursos pedagógicos e de acessibilidade;
*O tipo de atendimento conforme
às necessidades educacionais especificas dos alunos;
*O cronograma do atendimento do
atendimento e a carga horária individual ou em pequenos grupos;
O plano de AEE é um instrumental
de grande importância que nos dá suporte para acompanhar, avaliar e concluir o
relatório de acompanhamento dos alunos na SRM.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Educação on-line, um novo
olhar
Ângela Maria Benevides
Pereira
Município de Fortaleza
30 de abril de 2013
Diante de tantas opções de
estudo surgiram os cursos on-line de Educação à Distância.
Atualmente temos cursos
para todos os gostos. Cursos breves, como os profissionalizantes e cursos
longos como Graduação, Pós-graduação e cursos de capacitação.
Um bom curso de EAD on-line
depende não só de quem oferece, como também de quem participa. Deve haver
envolvimento entre todos (quem oferta o curso e alunos participantes).
Segundo o texto, um bom
curso tem que oferecer ambientes ricos de aprendizagem, ter boa infra-estrutura
física. “A aprendizagem não se faz só na sala de aula, mas nos inúmeros espaços
de encontro, de pesquisa e produção que as grandes instituições propiciam aos
seus professores e aluno”.
Quando um curso é bom, ele
dá prazer em participar e compartilhar o que se aprende através da troca de
experiências uns com os outros.
É muito importante quando
nos sentimos acolhidos num curso de EAD, por que muitas vezes ficamos perdidos
e desorientados diante das atividades virtuais como fóruns, bate-papo, entre
outros acessos que são necessários e importantes para interagir com o grupo
participante.
De acordo com o texto, os
professores de um curso de EAD precisam ser muito criativo e aberto ao diálogo
com os alunos diante de novos desafios que enfrentam durante o curso.
Salas de Recursos Multifuncionais
Ângela Maria Benevides Pereira
Fortaleza /Ceará
15/05/2013
As Salas de Recursos Multifuncionais tem como objetivo
atender os alunos com Necessidades Educacionais Especiais nas escolas
regulares. Esse atendimento acontece no contra turno da sala regular.
As Salas de Recursos Multifuncionais tem o propósito de
organizar os espaços, na própria escola em que o aluno está matriculado, sendo
equipadas com materiais pedagógicos, equipamentos e recursos que favorecem a
acessibilidade com o intuito de facilitar o desenvolvimento e a aprendizagem
dos alunos com Necessidades Educacionais
Especiais.
“A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da
Educação Inclusiva tem como objetivo a oferta do Atendimento Educacional Especializado,
a formação de professores, a participação da família e da comunidade e a
articulação intersetorial das Políticas Públicas, para garantia do acesso dos
alunos com Deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas
Habilidades ou Superdotação no ensino regular”.
O Programa de Implantação de Salas de Recursos
Multifuncionais, foi instituído pelo MEC/SEESP por meio da Portaria Ministerial
Nº 13/2007, integra Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, destinando
apoio técnico e financeiro aos sistemas de ensino para garantir aos alunos com
NEE o acesso ao ensino regular e a oferta do AEE.
Fonte de pesquisa:
* Google; site do MEC
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Vídeos Help Desk na Idade Média e Rafinha 2.0
O outro vídeo nos mostra a realidade atual das pessoas de hoje no mundo virtual que para muitos ainda é novidade e para Rafinha é muito natural, é um mundo tecnológico, onde a comunicação é uma teia de informações que corre o mundo em segundos. Temos que nos atualizar sempre para podermos compreender as tecnologias que crescem diante de nós como num piscar de olhos.
Ainda me sinto distante de tanta tecnologia, mas procuro me atualizar na medida do possível, pois o mundo virtual não para de crescer. Isso é assustador e ao mesmo tempo fascinante.
Um abraço a todos, Ângela
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